Para começarmos bem a semana, vou postar um artigo que vi hoje na Aberje, e por sinal… tem tudo haver com a proposta da nossa agência, este artigo foi escrito pela Joana Castello Branco, vale a pena dar um conferida.
Depois comentamos um pouquinho sobre ele =P
Ícones: aumentando o valor da marca
Um ícone é uma imagem, figura ou pessoa que representa um objeto por analogia, como na semiótica, e que são conhecidos, pelo senso comum, por seus atributos positivos ou negativos. No computador, um ícone pode representar um comando ou arquivo. No Marketing, um ícone determina uma tendência e aumenta o valor da marca.
Ou, segundo StepInsideDesign define:
Ícones oferecem às pessoas idealização e identificação. Eles são a manifestação final de nossos desejos coletivos. Os ícones modernos são os produtos de nossa cultura, vindos de nossos desejos e construindo seu caminho para que todas as outras pessoas o sigam – tornando-se modelos para que possamos julgar todas as outras marcas.
Construir um ícone é assegurar-se do Brand Equity de uma marca, garantindo a lealdade à marca e o conhecimento dos produtos, aumentando a qualidade percebida, permitindo o Premium Price e menor utilização de promoções, facilitando a relação próxima aos canais de distribuição, destaque na gôndola, entre outros passivos e ativos da empresa.
Assim, podemos falar que o primeiro passo para a Comunicação é o conhecimento da marca. Se sua marca ainda não é um ícone, transforme-a em um, pelo menos para seu público alvo. Um atalho bastante utilizado é a associação do produto a um ícone conhecido e respeitado, em um processo de transferência de atributos. Outro caminho, um pouco mais longo e trabalhoso, porém, na maioria dos casos, mais duradouro, pode ser o trabalho de relacionamento com o cliente.
O trabalho de relacionamento com o cliente se inicia com um bom primeiro contato com a marca. O cliente deve conseguir viver os atributos que a marca oferece em seu produto. E o acesso a essa experiência de marca deve ser facilitada, por uma boa distribuição do produto.
Depois do primeiro contato, é preciso conhecer o cliente em profundidade, para saber quais suas expectativas em relação à marca, o segmento e distinguir seu perfil. Nesse momento, o que conta é a coesão e o alcance das mensagens. O consumidor continua no processo de “living de brand”.
Quando o relacionamento é estabelecido, o consumidor já experimenta a preferência funcional e emocional pela marca. De um lado, os trabalhos de fidelização oferecem vantagens para o consumo de seu produto, por outro o cliente cria laços e associa a marca a sua proposta de valor.
A última etapa é a consolidação da marca como ícone do consumidor. Com a associação do produto aos seus atributos, as incertezas em relação à marca são minimizadas. O cliente enxerga o produto como um ponto referencial, confia na marca e indica o produto, iniciando um novo ciclo de relacionamento, que já se começa com uma boa experiência.
Para assegurar uma boa campanha de relacionamento e construção de Branding, trate corretamente e mantenha-se próximo ao cliente, treine e envolva todos seus empregados, não prometa o que não pode cumprir, faça com que ele se sinta importante, descubra o que ele realmente deseja; gerencie sua satisfação, através de pesquisas regulares e comparáveis, envolva o atendimento direto na captação dessas informações; crie custos de mudança, solucione problemas que redefinam seu negócio, recompense plenamente sua lealdade; e proporcione extras, serviços inesperados associados a luxo, novas experiências e recordações, mesmo que não sejam relacionados com sua marca.
No longo prazo, um bom relacionamento e a construção de ícones garantem custos de Marketing reduzidos, devido ao marketing gratuito, da propaganda boca-a-boca e do menor uso da propaganda. Além disso, os consumidores leais “obrigam” que o varejo disponibilize seu produto para que não troquem de ponto de venda, produzindo uma alavancagem comercial que também é motivada pela atração de novos consumidores, atraídos pela confiança dos atuais e leais clientes.
Em tempos de crise no cenário econômico interno e externo fica claro que é melhor, e mais fácil, além de mais barato, reter do que atrair consumidores. E que ícones nos dão vantagem competitivas que tempo para reagir a ameaças da concorrência e oscilações do mercado.
Joana Castello Branco formada em Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero, com especialização em Marketing de Serviços pela Fundação Getúlio Vargas e mestre em Comunicação Corporativa e Planejamento Estratégico pela Universidade Pontifícia de Salamanca, na Espanha.
via ABERJE…
Multiplicadamente Instrutivo.